terça-feira, 18 de junho de 2013

O diálogo e o futuro

Nesse post, vou me basear em um livro de Edgar Morin chamado “Os sete Saberes Necessários à Educação do Futuro” e em uma palestra do TEDx para falar sobre o diálogo.



Morin diz que o inesperado nos surpreende “... nós nos acostumamos de maneira segura com nossas teorias, crenças e ideias, sem deixar lugar para o acolher.” Dentro de uma organização civil ou não, muitas vezes não conseguimos um contato direto e construtivo com o outro e é nisso que acredito que o diálogo pode ajudar.

“O homem é um ser a um só tempo plenamente biológico e plenamente cultural, que traz em si a individualidade originária. É super e hipervivente: desenvolveu de modo surpreendente as potencialidades da vida.” Como lidar com esse ser super e hipervivente segundo Morin? Precisamos pensar em nós mesmos para conseguirmos identificar no outro métodos para um diálogo eficaz.

Segundo Viviane Mansi em seu blog http://www.comunicacaocomfuncionario.com.br/ : “Vivemos também uma mudança geracional. Ao passo que conquistam mais espaço nas organizações, profissionais da geração Y querem e esperam uma comunicação mais dinâmica, direta e informal, de múltiplas vias, tanto de colegas quanto de líderes. Ou seja, mais diálogo, menos enrolação. Os fluxos de comunicação, não só descendente, mas também ascendente e lateral têm desafiado as rígidas empresas a quebrar suas estruturas hierárquicas para que a comunicação e o diálogo tenham caminhos internos para encontrar soluções. A organização de hoje não é igual a de anos atrás.”
Os diálogos devem mudar, devem acompanhar a mudança tecnológica, devem acompanhar a nova geração de pessoas que não estão mais preocupadas apenas com questões racionais dentro das organizações.

A educação deve mudar, as empresas devem mudar. As pessoas já mudaram faz muito tempo.

Referência:
Morin, Edgar - Os sete Saberes Necessários à Educação do Futuro 3a. ed. - São Paulo - Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2001

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Nada no mundo é estático e nós, seres humanos, podemos até não perceber, mas somos seres em contante mutação, evolução. A comunicação necessita desse dinamismo, caso contrário, caminhamos, como já acontece, para um mundo sem diálogo, sem percepção do "outro".

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