A crescente velocidade de disseminação de videoclipes, jogos, imagens, textos, é permitida e enfatizada na sociedade atual, por meio de algumas ferramentas, como o Twitter, Facebook, Instagram, Youtube, fazendo os consumidores tornarem-se produtores de conteúdo e até formadores de opinião, como colocado por Kotler no livro Marketing 3.0:
“À medida que as mídias sociais se tornarem cada vez mais expressivas, os consumidores poderão, cada vez mais, influenciar outros consumidores com suas opiniões e experiências”. (KOTLER, 2010, p. 09)
Diante dos novos mecanismos e feedbacks em tempo real, a empresa precisa ser transparente em seus valores e ações, pois “Os profissionais de marketing não tem mais controle total sobre suas marcas, pois agora estão competindo com o poder coletivo dos consumidores”* (KOTLER, 2010, p. 11) Porém, a competição não está apenas com os profissionais de marketing e seus consumidores, e sim, no público interno, que é base entre o discurso e a prática da organização, pois acompanha as ações diariamente e conseguem vivenciar a real missão, visão e valor da organização. A empresa pode construir uma imagem de que se preocupa com a sociedade, o planeta, mas essa só terá credibilidade diante das ações realizadas e quando for transformada em objeto de discurso, como ilustrado do livro Amor Líquido:
“O mundo não é humano só por ser feito de seres humanos, nem se torna assim somente porque a voz humana nele ressoa, mas apenas quando se transforma em objeto do discurso ..Nós humanizamos o que se passa no mundo e em nós mesmos apenas falando sobre isso, e no curso desse ato aprendemos a ser humanos. “(BAUMAN- p. 177 -2005)
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